quinta-feira, maio 15, 2014

Num momento difícil, em que tanta gente procura emprego, vende bens pessoais, emigra, conta tostões para uma bica e sofre de depressão, o futebol devia ser um refúgio temporário para o convívio saudável e a sociabilidade, tão indispensáveis ao equilíbrio emocional como dormir e amar.

No entanto, vejo que a arraia-miúda não tem direito a ter opinião, nem mesmo sobre futebol. Nós, portugueses, toleramos inactivos, embora resmungando, os males sociais, ambientais e políticos que nos afligem; somos intolerantes, todavia, em tudo o que se relaciona com a bola. Para nós, a bola é um escape para as frustrações pessoais e depositária das esperanças pátrias, em vez de ser um
catalizador para a alegria e o convívio.
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http://idadedoferro.files.wordpress.com/2014/05/amizade-virtual-futebol-e-mines.pdf